DLDS

Promotor: Companhia de Música Teatral

Parceiros:

Marvão International Academy for Music, Arts and Science

Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro

University of Bergen

Financiamento EEA Grants: 18.930,00€

Financiamento Total: 22.270,00€

Código Grace: PT-INNOVATION-0040

Programa:

 

Os avanços nos submersíveis oceânicos, as tecnologias de imagem e amostragem estão a contribuir para incríveis descobertas biológicas e geológicas. Desvendar os mistérios do Oceano profundo é um desafio para a comunidade científica, mas passar essa informação para o público em geral, em particular os adolescentes, ajudará a desenvolver o seu pensamento crítico: uma ferramenta poderosa para mudar atitudes.

O projeto Deep Listening Deep Sea(ing), através de experiências artísticas, pretende aumentar a literacia do Oceano chamando a atenção para o Oceano profundo por ser mais vasto, menos conhecido e de extrema importância para a vida na Terra.

 

As atividades do projeto incluem:

  • Elaboração de um catálogo de imagens oceânicas recolhidas em missões de investigação científica no Oceano profundo português e norueguês.
  • Elaboração de uma biblioteca de recursos sonoros, utilizando o Pianoscópio, uma instalação/escultura sonora onde o piano se transforma num instrumento coletivo, capaz de produzir sons de inúmeras formas e cores.
  • Organização de workshops em que os adolescentes são convidados a “imaginar” as paisagens sonoras do Oceano profundo e a criar postais audiovisuais e bandas sonoras para as imagens / filmes catalogados, sendo os resultados obtidos apresentados publicamente à sociedade. Antes dos workshops, os adolescentes participantes assistem a uma palestra de um cientista do Oceano profundo para preparar o cenário.
  • Organização de palestras científicas sobre o Oceano profundo.
  • Disponibilização dos materiais produzidos em bibliotecas online de utilização livre.
Resultados

O projeto Deep Listening Deep Sea(ing) desafiou adolescentes a criar paisagens sonoras para imagens do oceano profundo recolhidas em missões científicas em Portugal e na Noruega.

Para isso, foi utilizado o Pianoscópio, uma instalação interativa que transforma o piano num instrumento coletivo, aliado a oficinas de criação artística e palestras de cientistas. O contacto direto entre jovens, artistas e investigadores permitiu unir ciência e arte numa experiência transformadora.

O projeto alcançou mais de 900 pessoas, sobretudo jovens, e os seus resultados foram reunidos numa página web dedicada e num vídeo de divulgação. Foram ainda criados recursos sonoros e audiovisuais que permanecem disponíveis para utilização futura.

Assim, o projeto promoveu a literacia sobre o oceano profundo e incentivou a reflexão crítica sobre a relação entre humanidade e ambiente.

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